Aos poucos o deputado federal Ciro Gomes, chefe da família Ferreira Gomes e agregados, está retomando a formação do novo “jipe” que utilizou em seu mandato no governo do Ceará a partir de 1991. A família já está no governo Cid Gomes. No governo Ciro o chefe de gabinete era Lúcio Gomes, agora, no governo Cid, é Ivo Gomes. Lá já está o Adail Fontenele e agora assume Antônio Balhmann. Naquela era só o governo do Estado a abrigar todos. Agora, a carga é divida em alguns cargos no Governo Federal.
Fico pensando é como se sente o secretário de Desenvolvimento, Ivan Bezerra, com o Balhmann em seu pescoço, ou seja, trabalhando no mesmo lugar onde ele deveria trabalhar. Para mim, isso é fritura em fogo alto.
O HOMEM DA CASA DOS SONHOS
O governador do Piauí, Wellington Dias, consegue uma negociação mais vantajosa na negociação para acabar com o BEP – Banco do Estado do Piauí: será incorporado pelo Banco do Brasil. No Ceará, o BEC foi vendido ao nojento (permitam-me o termo chulo) Bradesco que conseguiu um preço muito baixo e ainda arrancou a mamata de ficar com a conta dos funcionários do Estado por 10 anos. Sim, e com quem fica a responsabilidade de cobrar a dívida de diversos empresários do Ceará com o BEC? Entre os grandes devedores estão Sergio Machado e Luiz Pontes.
Wellington Dias é o mesmo feliz proprietário de uma casa/sítio, que foi declarada no Imposto de Renda pelo valor de R$ 10 mil. O que era apenas um terreno no início do primeiro governo no final dos 4 anos do primeiro mandato apareceu uma bela casa construída, com piscina, heliporto e outras maravilhosas benfeitorias. O milagre não foi para IR nem poderia porque não havia na declaração do exercício anterior dinheiro suficiente para o empreendimento. Quando foi eleito para o primeiro mandato (2002), Dias morava no subúrbio de Teresina, numa casa do conjunto Morada do Sol. No ano passado, antes de sua reeleição, depois que estourou o escândalo da casa/sítio, Dias justificou o episódio dizendo que fez o que faz a maioria dos brasileiros, ou seja, declarou o menor preço. Só que casa/sítio foi avaliada em 2006 em R$ 600 mil.
No Piauí de Wellington Dias tem também, como aqui no Ceará (a Chuegue-Pague), uma empresa que recebe contas de luz, telefone, água e outras. É a Pague-Contas, de propriedade de Sílvio Leite, secretário de Turismo. Aqui, a Chegue-Pague, apesar dos comentários de que foi de Léo Alcântara, não conseguiu tantos espaços, como no Piauí. Lá, a Pague-Contas é sediada nos prédios do Governo e também conseguiu funcionar como banco, pois está emprestando dinheiro aos funcionários para desconto em folha. Não é uma mãe esse governo do Piauí?
HEITOR FÉRRER NEGOCIA LUGAR NA CHAPA
O deputado Heitor Férrer hoje faz uma oposição a prefeito Luizianne Lins, mas na campanha ele se rendeu e apoio a prefeita no segundo turno em roca de uma posição de terceiro escalão no IJF. Agora, seu partido abre espaço forçado para a senadora Patrícia Gomes (agora Sabóia) e deve ceder para ela a cabeça de chapa na disputa pela Prefeitura de Fortaleza. A ordem vem de cima e tem o aval de Ciro Gomes, que fazer o mesmo jogo que faziam os gêmeos Humberto e Adauto com ARENA I e ARENA II. Seria assim o irmão mais novo (governador) Cid Gomes apóia Luzianne, “honrando” o acordo da campanha ao Governo, quando recebeu o apoio dela, e o irmão mais velho, chefe da família Gomes e agregados, apóia Patrícia Gomes, hoje Sabóia. Neste jogo de arenista Heitor pode até barganhar uma secretaria no Governo Cid, afinal é tudo a mesma coisa.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Bandeira Contra o Povo
Alguém aí já leu a coluna Política do jornal O Povo, assinada pelo jornalista Fábio Campos?
Se não, ainda é tempo. Pegue aí o jornal, que ainda não foi usado para enrolar o peixe, e leia o primor de análise que ele faz sobre a violência nas ruas. Mesmo não entendo bulhufas de segurança, o jornalista revela claramente a sua bandeira, melhor dizendo, entrega sem pudor que está a serviço dos poderosos de plantão e não do leitor, como seria o caso. O objetivo do comentário, em três longos tópicos da coluna, é cristalino: esvaziar o discurso dos opositores do poder, principalmente Moroni Torgan, um especialista em segurança, que está na Colômbia (Bogotá) para ver o que foi feito por aquelas bandas para reduzir a violência.
Veja só o começo, como costuma dizer Alan Neto, viperino da nota do jornalista: “E já começou o lengalenga eleitoral em torno da segurança pública”. Só para esclarecer, é a lengalenga jornalista, mas a questão de gênero não invalida o teor do comentário bandeiroso pró-governo e pró-prefeitura. Agora ele trata dos gigolôs da violência e nós deste blog esperamos que ele trate nos próximos comentários dos gigolôs do dinheiro público. Quem são os jornalistas e/ou afilhados destes (vale ex-mulher) que se alimentam das gordas folhas da Prefeitura, principalmente, e do governo?
REINVENTANDO A RODA
Bom, na espera que o jornalista independente aborde o assunto, vale explicar mais alguns pontos do programa Ronda de Quarteirão, que ele tanto torce por acontecer – e nós também: primeiro, o Ronda de Quarteirão foi um “remake” – nada aprimorado e com a inclusão de uma farda de estilista e a luxuosa Hilux SW4 – do programa lançado por Moroni na campanha prefeitural de 2000 sob o nome de “Polícia Comunitária” (lembra?); segundo, policiamento comunitário ou ronda de quarteirão derivam de idéias já praticadas em outros países. É o que os estudiosos da segurança pública chamam de “Polícia de Proximidade”. Melhor explicando, uma polícia próxima ao cidadão, protegendo-o das ações violentas, em especial do seu patrimônio contra furto, roubo ou assaltos, e da violência da droga. Vivemos uma democracia e a violência que o poder público tem o dever de combater ainda não é a violência política – terrorista-, mas a violência do atentado ao patrimônio do cidadão.
O que todos queremos é o pleno restabelecimento do nosso sagrado direito de ir e vir. Agora, apesar de também - como o jornalista – torcermos para que o “ronda” dê certo, nos custa crer, pois não conseguimos ver o “ronda” como um programa completo (em sua abrangência e conteúdo). Não pode ser um programa só para a Aldeota e outras regiões de ricos. Como fica a rua da bala no Alagadiço Novo, ali por trás da Ypioca? Também não pode o “ronda” ter sucesso se o sistema não funcionar de forma plena, ou seja, se não houver um trabalho combinando a polícia de proximidade com uma polícia de investigação, uma polícia de interpelação e uma polícia de terreno, em contato estreito com as populações. A partir do momento que você conhece bem o bairro e seus habitantes o ambiente fica diferente: a polícia se torna eficiente, os assédios podem ser menos numerosos, a segurança e a ordem públicas ganham tranqüilidade. Combinar esses três tipos de polícia não é impossível. Ora, simplesmente colocar uma dupla “cosme e damião” nas ruas com farda de estilista e de Hilux não vai garantir mais segurança ao cidadão.
Entretanto, como diz Huston Smith, no livro As Religiões do Mundo, “de quando em quando surgem gênios capazes de desenhar um círculo perfeito à mão livre; mas, a produção de rodas poderia ficar esperando por eles?” Vamos esperar que o “ronda” tenha o efeito desejado. O Jornalista bem que poderia seguir o que ensinou Thomas Hobbes: “prefiro exercitar a dúvida a colher certezas, ou afirmá-las”.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Será Que Já Não Chega?
O Brasil do PT e seus aliados não consegue deixar as manchetes de escândalo. A toda hora, aparecem os figurões do partido, melhor dizendo, da base de apoio do Governo, envolvidos com mamatas, falcatruas e enroladas das mais diversas modalidades e nas mais diferentes áreas. E o presidente continua ignorando tudo olimpicamente e dando seus passeios pelos mais gostosos e belos recantos deste nosso mundo. Alguém aí consegue lembrar tudo desde o princípio? Bom, é tanta coisa que a gente acaba esquecendo algo, mas vamos tentar um resgate.
O caso matriz que se tem conhecimento envolvendo o PT e aliados foi o do Celso Daniel, prefeito de Ribeirão Preto, que acabou executado a bala num seqüestro simulado por rejeitar sua participação na propina dos empresários de ônibus para o PT, conforme denúncia. Foi (é ainda, embora nas gavetas dos “bureaus” judiciários) um caso grave, ainda hoje inconcluso. Veja a seguir a cronologia da corrupção de Lula e aliados:
CRONOLOGIA DA CORRUPÇÃO
Denúncias contra o PT, governo Lula e os partidos aliados.
(Segue mais ou menos uma ordem cronológica de acordo com o surgimento da denúncia na imprensa).
001) Caso Celso Daniel – Propinas e assassinatos no esquema dos ônibus – outubro de 1989;
002) Caso Lubeca, indenizações milionárias – outubro de 1989;
003) Jacó Bittar e o superfaturamento do aterro sanitário de Campinas/SP – 1991;
004) Caso senador Romero Jucá – Março de 2000;
005) A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e o esquema do lixo em São Paulo – fevereiro de 2001;
006) Caso Toninho de Campinas – setembro de 2001;
007) Desdobramento do caso Celso Daniel, com morte de 6 testemunhas – janeiro de 2002;
008) Escândalo do FAT – agosto de 2002;
009) Luiz Gonzaga da Silva (Gegê), acusado de homicídio – agosto de 2002;
010) Propina de Taiwan para a campanha do Lula em 2002;
011) Fundos exclusivos e Márcio Sereno (2002);
012) Passeio da cadelinha Michelle em carro oficial – março de 2003;
013) Programa Fome Zero não funciona, mas já gasta em 90 dias R$ 42 milhões dos cofres públicos – abril 2003;
014) Esquemas da prefeitura de Guarulhos – maio de 2003;
015) José Dirceu utiliza avião da FAB para campanha política em Cruzeiro do Oeste – junho de 2003;
016) Baltazar e o caso das armas do Rio de Janeiro – junho 2003;
017) O labioso Márcio Thomaz Bastos utiliza o helicóptero da PF para favores pessoais – julho de 2003;
018) Anderson Adauto escândalo do DNIT – julho de 2003;
019) A ex-secretária-executiva do Ministério do Trabalho Sandra Starling insinua irregularidades nos contratos de terceirização de mão-de-obra naquele ministério, sugerindo que a CGU fiscalizasse os contratos. Poucos dias depois, ela foi exonerada do cargo pelo então ministro Jacques Wagner, hoje governador da Bahia – julho de 2003;
020) Licitação para a compra de “gêneros básicos”: 600kg de bombom Sonho de Valsa; 2.000 vidros de pimenta envelhecida em barril de carvalho 7.000 pacotes de biscoito recheado. É o Primeiro Capítulo das compras do
Palácio do Planalto – agosto de 2003;
021) Denúncia do passeio de Benedita da Silva em Buenos Aires com o dinheiro do povo. A ex-governadora do Rio anda hoje desaparecida – setembro de 2003;
022) Ministério Público denuncia o prefeito de Goiânia, Pedro Wilson (PT), por improbidade administrativa – setembro de 2003;
023) Agnelo Queiroz, ministro dos Esportes, recebe diárias do COB para os Jogos Panamericanos e usa a estrutura do Ministério para organizar a sua festa de aniversário – outubro de 2003;
024) Outdoors da Ideli Salvatti em Santa Catarina – outubro de 2003;
025) Denúncias contra Miguel Rosseto ministro da Reforma Agrária e INCRA – outubro de 2003;
026) Ex-senador José Eduardo Dutra usa cargo de presidente da Petrobras para pavimentar sua candidatura ao governo de Sergipe. Além de promover em Aracaju o jogo Flamengo x Racing, a estatal paga obras da prefeitura local controlada pelo PT – novembro de 2003;
027) Presidência da República abre várias licitações para a compra de “artigos de luxo”, como: roupões de banho com fios de algodão egípcio, 160 jogos americanos coloridos, ampliação da churrasqueira da Granja do Torto - a um custo de R$ 92 mil - e equipamentos de mergulho. São as compras do Palácio do Planalto - Capítulo II – novembro de 2003;
028) “Operação Gafanhoto” da Polícia Federal pega o governador de Roraima, Flamarion Portela, preso em novembro de 2003;
029) Suspensão dos benefícios dos velhinhos acima de 80 anos decretada pelo então ministro Berzoini – novembro de 2003;
030) Governo brasileiro anuncia que gastará US$ 56,7 milhões na compra do novo avião para o presidente Lula. É o luxuoso avião de Lula, conhecido como AEROLULA – novembro de 2003;
031) - Governo privilegia a Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná), dirigida por um amigo do ministro José Dirceu, no empenho de R$ 1 milhão em verbas de emendas parlamentares. A entidade foi criada três meses antes do empenho, sendo que nenhum parlamentar tinha pedido a liberação da verba – dezembro de 2003;
032) Uso indevido da CIDE dos combustíveis – dezembro de 2003;
033) Caso Luís Favre, aliás Felipe Belisario – fevereiro de 2004;
034) Caso Waldomiro Diniz, assessor de José Dirceu – fevereiro de 2004;
035) Acusações contra José Dirceu no caso Waldomiro – fevereiro de 2004;
036) Denúncias contra Antônio Palocci I – fevereiro de 2004;
037) Esquema do Bingo – fevereiro de 2004;
038) Olívio Dutra e o Bingo/Bicho no Rio Grande do Sul – fevereiro de 2004;
039) Governo Lula barra a “CPI dos Bingos” no Congresso – fevereiro 2004;
040) Governo barra outra CPI: a de Santo André, para investigar a morte do ex-prefeito Celso Daniel e mais seis envolvidos no caso – março 2004;
041) O ex-diretor da Caixa Econômica Federal Mário Haag, uma das principais testemunhas do caso Waldomiro Diniz, teve sua fazenda invadida. Poderia ser um simples assalto, mas na verdade os bandidos estavam à procura de documentos – abril 2004;
042) Caso Estrela no Planalto. Uma estrela gigante do PT é colocada nos jardins do Palácio da Alvorada – abril de 2004;
043) Promotores movem ação contra ONG Ágora, que teria assinado contratos irregulares com o Ministério do Trabalho. A entidade é acusada de desviar recursos por meio de notas frias – maio de 2004;
044) Planalto faz licitação para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky. É o Compras do Palácio do Planalto – Capítulo III – maio 2004;
045) Denúncias na imprensa de bebedeiras (os goros) do presidente – maio 2004;
046) Publicação de reportagem no jornal The New York Times sobre supostos problemas do presidente Lula com bebida. O Planalto decide expulsar do país o jornalista americano Larry Rother, mas recua após a péssima repercussão do episódio – julho de 2004;
047) O diretor de Política Monetária do BC, Luiz Augusto Candiota, é demitido por não conseguir explicar a movimentação de suas contas no exterior – julho de 2004;
048) O presidente do Banco do Brasil, Cássio Caseb, é envolvido no escândalo da compra de 70 mesas para o show da dupla sertaneja “Zezé Di Camargo e Luciano”, a um custo de R$ 70 mil. No show, foram arrecadados R$ 500 mil, sendo que R$ 250 mil acabaram doados ao PT – julho de 2004;
049) Caso Kroll – julho de 2004;
050) Caso Citibank – julho de 2004;
051) Acordo com o Maluf - agosto de 2004;
050) Viagem de Stédile paga com dinheiro público – agosto de 2004;
051) Incra paga viagem área de sem terra – agosto de 200;
052) Caixa 2 de Tocantins e Márcia Barbosa – setembro de 2004;
053) Caso João Henrique Pimentel (PT) – setembro de 2004;
054) Compra de apoio do PTB – setembro de 2004;
055) O ex-presidente da Transbrasil Antônio Celso Cipriani pára a CPI do Banestado: o PT não aceita quebra de sigilo bancário de empresário ligado a compadre de Lula – setembro de 2004;
056) Polícia Federal executa a “Operação Vampiro” no Ministério da Saúde. É o caso dos vampiros da saúde Humberto Costa – setembro de 2004;
057) Ministros usam assessores em campanhas eleitorais – setembro de 2004;
058) LEÃO & LEÃO, caso que envolve Palocci, ministro de Lula, no recebimento de propina – setembro de 2004;
059) O publicitário de Lula, Duda Mendonça - Capítulo I – outubro de 2004;
060) Caso Flamarion Portela (PT) – outubro de 2004;
061) Esquema do lixo em prefeituras do PT – outubro de 2004;
062) Dinheiro do BNDES para O Globo – outubro de 2004;
063) Roberto Teixeira e a casa do presidente Lula – novembro de 2004;
064) O caso Pororoca – novembro de 2004;
065) Caso David Messer – novembro de 2004;
066) Cartões de crédito corporativos da presidência e os maiores gastos da história – novembro de 2004;
067) José Mentor e o abafa da CPI do Banestado – dezembro de 2004;
068) Passeio de Boeing dos filhos do presidente Lula – janeiro de 2005;
069) Firma do Lulinha, o filho de Lula, que teve um lucro de R$ 10 milhões no ano passado – janeiro de 2005;
070) O envolvimento de Jacó Bittar com Lulinha, o filho de Lula – janeiro de 2005;
071) O envolvimento de setores do PT com a FARC (a guerrilha colombiana financiada pelo narcotráfico – março de 2005;
072) Morte por fome dos indiozinhos de Dourados/MS – março 2005;
073) intervenção ilegal na Saúde do Rio de Janeiro – março de 2005;
074) Escândalo dos Correios Funcionário (Marinho) recebe propina e é filmado – maio de 2005;
075) estouro do Mensalão que tem o comando de José Dirceu – junho de 2005;
076) Marcos Valério, o publicitário que lava o dinheiro público para as campanhas do PT e aliados. No Brasil, diversos candidatos recebem dinheiro de Marcos Valério. No Ceará, Inácio Arruda e Luizianne Lins no segundo turno. No Piauí, Wellington Dias – junho de 2005;
077) Envolvimento do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil – junho 2005;
078) As propinas de Furnas para as campanhas – julho de 2005;
079) Denuncias de corrupção no Ibama – junho de 2005;
080) o Caso Hugo Werle e a madeira do MT – junho de 2005;
081) Caso Américo Proietti da Skymaster – junho de 2005;
082) Delúbio Soares, tesoureiro do PT e operador do financiamento das campanhas com dinheiro público – julho de 2005;
083) Sede do PT, na Paulista custa R$ 20 milhões, de veio tanto dinheiro – junho de 2005;
084) Madeireiras do Pará e a Senadora Ana Júlia – junho de 2005;
085) Silvinho, o secretário corrupto do PT e o Land Rover que recebeu de empreiteiro – julho de 2005;
086) O poderoso Gushiken, ministro de Lula também envolvido na corrupção petista – julho de 2005;
087) BMG e o crédito consignado – julho de 2005;
088) Os dólares na cueca de João Adalberto, assessor de deputado estadual do Ceará José Nobre Guimarães, do PT, irmão do presidente do partido José Genoíno – julho de 2005;
089) Os escândalos do INSS e FIRJAN – julho de 2005
090) Caso Marcelo Correia de Aguiar – julho de 2005;
091) Caso Mauro Marcelo de Lima e Silva – julho de 2005;
092) Ivan Guimarães e o Banco Popular – julho de 2005;
093) José Genoíno, presidente do PT e irmão do deputado que mandou trazer o dinheiro na cueca, também denunciado no financiamento irregular de campanhas e mensalão de José Dirceu – julho de 2005;
094) Caso Henrique Pizzolato – julho de 2005;
095) Delúbio Soares, um dos comandantes das falcatruas do PT, é também funcionário fantasma – julho de 2005;
096) Abong – Assoc. Brasileira de ONG’s recebe R$ 500 mil de MV – julho de 2005;
097) Caso envolvendo Henrique Pizzolato – julho de 2005;
098) Professor Luizinho e o Cohiba nas festas do Gran Bittar – julho 2005;
099) Superfaturamento GDK – Petrobrás – a propina do Land Rover de Silvio – julho 2005;
100) Segundo capítulo das denúncias contra Antônio Palocci II – agosto de 2005;
101) Caso PORTUGAL TELECOM – agosto de 2005;
102) Caso Toninho da Barcelona – agosto de 2005;
103) O envolvimento dos fundos de pensão no financiamento de campanha e no mensalão – agosto de 2005;
104) O escândalo Burati – agosto de 2005;
105) O caso ministro Gilberto Carvalho – agosto de 2005;
106) O escândalo Daniel Dantas – agosto de 2005;
107) O caso Osasco – agosto de 2005;
108) O caso Marcus Flora – agosto de 2005;
109) Paulo Okamoto, o homem bonzinho que pagava as contas do presidente Lula, e o Sebrae – agosto de 2005;
110) Foro de São Paulo – agosto de 2005;
111) O caso Jeany Mary Córner – agosto de 2005;
112) O caso Trevisan – agosto de 2005;
113) Duda Mendonça II – contas, mensalão – agosto de 2005;
114) O mensalão chega a Ciro Gomes e seu secretário Marcio Lacerda – R$ 100 mil – agosto de 2005;
115) Fabiana de Castro e fundos exclusivos – agosto de 2005;
116) Casa da Moeda e seu presidente – agosto de 2005;
117) Glenio Guedes, procurador da Fazenda Nacional – agosto de 2005;
118) Caso Adhemar Palocci – agosto de 2005;
119) Compra do apê da ex-esposa do Dirceu – agosto de 2005;
120) Luís Favre, aliás Felipe Belisario, contas no Caribe, esquema da Martaxa, emprego do Duda – agosto de 2005;
121) Paulo Pimenta e o seu dossiê fajuto – agosto de 2005;
122) Grana ilegal para o MST, UNE, UBES – agosto de 2005;
123) Itelvino Pisoni, presidente do PDT/TO – setembro de 2005;
124) O caso Interbrazil – setembro de 2005;
125) Farra com o fundo partidário - setembro de 2005;
126) O caso Juscelino Dourado – setembro de 2005;
127) O Caso Severino e as propinas dos restaurantes do Congresso – setembro de 2005;
128) O caso Roberto Marques, amigo do eclético Zé Dirceu – setembro de 2005;
129) Duda Mendonça III – lança perfumes – setembro de 2005;
130) Medalha Rio Branco para o Severino da propina – setembro de 2005;
131) O caso Najun Turner – setembro de 2005;
132) Perdão da multa da Coca Cola pelo PT/SP – setembro de 2005;
133) Dinheiro para a transoceânica no Peru e corte de verbas do Rodoanel de SP – setembro de 2005;
134) Superfaturamento de contratos de patrocínio do esporte pelo Banco do Brasil – setembro de 2005;
135) Nanomensalinho compra de votos no 1.º turno da eleição para presidente do PT – setembro de 2005;
136) Corretora Bônus-Banval, Naji Nahas, Portugal Telecom, caixa 2 do PT – setembro de 2005;
137) Os R$ 300 mil dos advogados do Delúbio e os honorários do Aristides Junqueira – setembro de 2005;
138) o caso Mauro Dutra – setembro de 2005;
139) Reforma do apê do cantor Gilberto Gil – setembro de 2005;
140) O escândalo das plataformas, gás natural da Petrobrás – setembro de 2005;
141) Aloisio Mercadante e o caixa 2 de sua campanha – setembro de 2005;
142) Festa com dinheiro público para comemorar a expulsão da Heloisa Helena do PT – setembro de 2005;
143) Curral eleitoral e uso da máquina partidária em favor da candidatura do Campo Majoritário – setembro de 2005;
144) Governo Lula cria 34 estatais em 33 meses – setembro de 2005;
145) Orla do Rio Vermelho foi cercada com grades, na festa de Iemanjá, porque o Lula estava lá – setembro de 2005;
146) Alexandre Cesar, derrotado à Prefeitura de Cuiabá em 2004, operou com caixa 2 – setembro de 2005;
147) Nelma Cunha e os dólares do PT em Santo André – setembro de 2005;
148) Diebold Procomp, Rui Barquette dos Santos e o contrato com a CEF – setembro de 2005;
149) Intervenção anti-constitucional do Lula na Câmara de Deputados para conseguir votos para seu candidato à presidência da casa – setembro 2005;
150) Darci Rocha, conselheiro da Refer (fundo de pensão dos ferroviários), denunciou uma tentativa de desvio de R$ 19 milhões da entidade para financiar campanhas petistas – setembro de 2005;
151) Caixa 2 do PT do Paraná, deputado Paulo Bernardo e a denúncia de Soraya Garcia – setembro de 2005;
152) Rogério Tolentino, José Mentor e o Valerioduto – setembro de 2005;
153) Donizete Rosa, o ex-gerente-financeiro da gráfica Villimpress, Luciano Maglia, máfia do lixo de Ribeirão – Setembro de 2005;
154) Ideli Salvatti traz o caso da corrupção do futebol para a CPI dos Bingos para blindar o Ademar Palocci – setembro de 2005;
155) José Eduardo Dutra - violação do painel eletrônico do Senado
O caso matriz que se tem conhecimento envolvendo o PT e aliados foi o do Celso Daniel, prefeito de Ribeirão Preto, que acabou executado a bala num seqüestro simulado por rejeitar sua participação na propina dos empresários de ônibus para o PT, conforme denúncia. Foi (é ainda, embora nas gavetas dos “bureaus” judiciários) um caso grave, ainda hoje inconcluso. Veja a seguir a cronologia da corrupção de Lula e aliados:
CRONOLOGIA DA CORRUPÇÃO
Denúncias contra o PT, governo Lula e os partidos aliados.
(Segue mais ou menos uma ordem cronológica de acordo com o surgimento da denúncia na imprensa).
001) Caso Celso Daniel – Propinas e assassinatos no esquema dos ônibus – outubro de 1989;
002) Caso Lubeca, indenizações milionárias – outubro de 1989;
003) Jacó Bittar e o superfaturamento do aterro sanitário de Campinas/SP – 1991;
004) Caso senador Romero Jucá – Março de 2000;
005) A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e o esquema do lixo em São Paulo – fevereiro de 2001;
006) Caso Toninho de Campinas – setembro de 2001;
007) Desdobramento do caso Celso Daniel, com morte de 6 testemunhas – janeiro de 2002;
008) Escândalo do FAT – agosto de 2002;
009) Luiz Gonzaga da Silva (Gegê), acusado de homicídio – agosto de 2002;
010) Propina de Taiwan para a campanha do Lula em 2002;
011) Fundos exclusivos e Márcio Sereno (2002);
012) Passeio da cadelinha Michelle em carro oficial – março de 2003;
013) Programa Fome Zero não funciona, mas já gasta em 90 dias R$ 42 milhões dos cofres públicos – abril 2003;
014) Esquemas da prefeitura de Guarulhos – maio de 2003;
015) José Dirceu utiliza avião da FAB para campanha política em Cruzeiro do Oeste – junho de 2003;
016) Baltazar e o caso das armas do Rio de Janeiro – junho 2003;
017) O labioso Márcio Thomaz Bastos utiliza o helicóptero da PF para favores pessoais – julho de 2003;
018) Anderson Adauto escândalo do DNIT – julho de 2003;
019) A ex-secretária-executiva do Ministério do Trabalho Sandra Starling insinua irregularidades nos contratos de terceirização de mão-de-obra naquele ministério, sugerindo que a CGU fiscalizasse os contratos. Poucos dias depois, ela foi exonerada do cargo pelo então ministro Jacques Wagner, hoje governador da Bahia – julho de 2003;
020) Licitação para a compra de “gêneros básicos”: 600kg de bombom Sonho de Valsa; 2.000 vidros de pimenta envelhecida em barril de carvalho 7.000 pacotes de biscoito recheado. É o Primeiro Capítulo das compras do
Palácio do Planalto – agosto de 2003;
021) Denúncia do passeio de Benedita da Silva em Buenos Aires com o dinheiro do povo. A ex-governadora do Rio anda hoje desaparecida – setembro de 2003;
022) Ministério Público denuncia o prefeito de Goiânia, Pedro Wilson (PT), por improbidade administrativa – setembro de 2003;
023) Agnelo Queiroz, ministro dos Esportes, recebe diárias do COB para os Jogos Panamericanos e usa a estrutura do Ministério para organizar a sua festa de aniversário – outubro de 2003;
024) Outdoors da Ideli Salvatti em Santa Catarina – outubro de 2003;
025) Denúncias contra Miguel Rosseto ministro da Reforma Agrária e INCRA – outubro de 2003;
026) Ex-senador José Eduardo Dutra usa cargo de presidente da Petrobras para pavimentar sua candidatura ao governo de Sergipe. Além de promover em Aracaju o jogo Flamengo x Racing, a estatal paga obras da prefeitura local controlada pelo PT – novembro de 2003;
027) Presidência da República abre várias licitações para a compra de “artigos de luxo”, como: roupões de banho com fios de algodão egípcio, 160 jogos americanos coloridos, ampliação da churrasqueira da Granja do Torto - a um custo de R$ 92 mil - e equipamentos de mergulho. São as compras do Palácio do Planalto - Capítulo II – novembro de 2003;
028) “Operação Gafanhoto” da Polícia Federal pega o governador de Roraima, Flamarion Portela, preso em novembro de 2003;
029) Suspensão dos benefícios dos velhinhos acima de 80 anos decretada pelo então ministro Berzoini – novembro de 2003;
030) Governo brasileiro anuncia que gastará US$ 56,7 milhões na compra do novo avião para o presidente Lula. É o luxuoso avião de Lula, conhecido como AEROLULA – novembro de 2003;
031) - Governo privilegia a Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná), dirigida por um amigo do ministro José Dirceu, no empenho de R$ 1 milhão em verbas de emendas parlamentares. A entidade foi criada três meses antes do empenho, sendo que nenhum parlamentar tinha pedido a liberação da verba – dezembro de 2003;
032) Uso indevido da CIDE dos combustíveis – dezembro de 2003;
033) Caso Luís Favre, aliás Felipe Belisario – fevereiro de 2004;
034) Caso Waldomiro Diniz, assessor de José Dirceu – fevereiro de 2004;
035) Acusações contra José Dirceu no caso Waldomiro – fevereiro de 2004;
036) Denúncias contra Antônio Palocci I – fevereiro de 2004;
037) Esquema do Bingo – fevereiro de 2004;
038) Olívio Dutra e o Bingo/Bicho no Rio Grande do Sul – fevereiro de 2004;
039) Governo Lula barra a “CPI dos Bingos” no Congresso – fevereiro 2004;
040) Governo barra outra CPI: a de Santo André, para investigar a morte do ex-prefeito Celso Daniel e mais seis envolvidos no caso – março 2004;
041) O ex-diretor da Caixa Econômica Federal Mário Haag, uma das principais testemunhas do caso Waldomiro Diniz, teve sua fazenda invadida. Poderia ser um simples assalto, mas na verdade os bandidos estavam à procura de documentos – abril 2004;
042) Caso Estrela no Planalto. Uma estrela gigante do PT é colocada nos jardins do Palácio da Alvorada – abril de 2004;
043) Promotores movem ação contra ONG Ágora, que teria assinado contratos irregulares com o Ministério do Trabalho. A entidade é acusada de desviar recursos por meio de notas frias – maio de 2004;
044) Planalto faz licitação para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky. É o Compras do Palácio do Planalto – Capítulo III – maio 2004;
045) Denúncias na imprensa de bebedeiras (os goros) do presidente – maio 2004;
046) Publicação de reportagem no jornal The New York Times sobre supostos problemas do presidente Lula com bebida. O Planalto decide expulsar do país o jornalista americano Larry Rother, mas recua após a péssima repercussão do episódio – julho de 2004;
047) O diretor de Política Monetária do BC, Luiz Augusto Candiota, é demitido por não conseguir explicar a movimentação de suas contas no exterior – julho de 2004;
048) O presidente do Banco do Brasil, Cássio Caseb, é envolvido no escândalo da compra de 70 mesas para o show da dupla sertaneja “Zezé Di Camargo e Luciano”, a um custo de R$ 70 mil. No show, foram arrecadados R$ 500 mil, sendo que R$ 250 mil acabaram doados ao PT – julho de 2004;
049) Caso Kroll – julho de 2004;
050) Caso Citibank – julho de 2004;
051) Acordo com o Maluf - agosto de 2004;
050) Viagem de Stédile paga com dinheiro público – agosto de 2004;
051) Incra paga viagem área de sem terra – agosto de 200;
052) Caixa 2 de Tocantins e Márcia Barbosa – setembro de 2004;
053) Caso João Henrique Pimentel (PT) – setembro de 2004;
054) Compra de apoio do PTB – setembro de 2004;
055) O ex-presidente da Transbrasil Antônio Celso Cipriani pára a CPI do Banestado: o PT não aceita quebra de sigilo bancário de empresário ligado a compadre de Lula – setembro de 2004;
056) Polícia Federal executa a “Operação Vampiro” no Ministério da Saúde. É o caso dos vampiros da saúde Humberto Costa – setembro de 2004;
057) Ministros usam assessores em campanhas eleitorais – setembro de 2004;
058) LEÃO & LEÃO, caso que envolve Palocci, ministro de Lula, no recebimento de propina – setembro de 2004;
059) O publicitário de Lula, Duda Mendonça - Capítulo I – outubro de 2004;
060) Caso Flamarion Portela (PT) – outubro de 2004;
061) Esquema do lixo em prefeituras do PT – outubro de 2004;
062) Dinheiro do BNDES para O Globo – outubro de 2004;
063) Roberto Teixeira e a casa do presidente Lula – novembro de 2004;
064) O caso Pororoca – novembro de 2004;
065) Caso David Messer – novembro de 2004;
066) Cartões de crédito corporativos da presidência e os maiores gastos da história – novembro de 2004;
067) José Mentor e o abafa da CPI do Banestado – dezembro de 2004;
068) Passeio de Boeing dos filhos do presidente Lula – janeiro de 2005;
069) Firma do Lulinha, o filho de Lula, que teve um lucro de R$ 10 milhões no ano passado – janeiro de 2005;
070) O envolvimento de Jacó Bittar com Lulinha, o filho de Lula – janeiro de 2005;
071) O envolvimento de setores do PT com a FARC (a guerrilha colombiana financiada pelo narcotráfico – março de 2005;
072) Morte por fome dos indiozinhos de Dourados/MS – março 2005;
073) intervenção ilegal na Saúde do Rio de Janeiro – março de 2005;
074) Escândalo dos Correios Funcionário (Marinho) recebe propina e é filmado – maio de 2005;
075) estouro do Mensalão que tem o comando de José Dirceu – junho de 2005;
076) Marcos Valério, o publicitário que lava o dinheiro público para as campanhas do PT e aliados. No Brasil, diversos candidatos recebem dinheiro de Marcos Valério. No Ceará, Inácio Arruda e Luizianne Lins no segundo turno. No Piauí, Wellington Dias – junho de 2005;
077) Envolvimento do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil – junho 2005;
078) As propinas de Furnas para as campanhas – julho de 2005;
079) Denuncias de corrupção no Ibama – junho de 2005;
080) o Caso Hugo Werle e a madeira do MT – junho de 2005;
081) Caso Américo Proietti da Skymaster – junho de 2005;
082) Delúbio Soares, tesoureiro do PT e operador do financiamento das campanhas com dinheiro público – julho de 2005;
083) Sede do PT, na Paulista custa R$ 20 milhões, de veio tanto dinheiro – junho de 2005;
084) Madeireiras do Pará e a Senadora Ana Júlia – junho de 2005;
085) Silvinho, o secretário corrupto do PT e o Land Rover que recebeu de empreiteiro – julho de 2005;
086) O poderoso Gushiken, ministro de Lula também envolvido na corrupção petista – julho de 2005;
087) BMG e o crédito consignado – julho de 2005;
088) Os dólares na cueca de João Adalberto, assessor de deputado estadual do Ceará José Nobre Guimarães, do PT, irmão do presidente do partido José Genoíno – julho de 2005;
089) Os escândalos do INSS e FIRJAN – julho de 2005
090) Caso Marcelo Correia de Aguiar – julho de 2005;
091) Caso Mauro Marcelo de Lima e Silva – julho de 2005;
092) Ivan Guimarães e o Banco Popular – julho de 2005;
093) José Genoíno, presidente do PT e irmão do deputado que mandou trazer o dinheiro na cueca, também denunciado no financiamento irregular de campanhas e mensalão de José Dirceu – julho de 2005;
094) Caso Henrique Pizzolato – julho de 2005;
095) Delúbio Soares, um dos comandantes das falcatruas do PT, é também funcionário fantasma – julho de 2005;
096) Abong – Assoc. Brasileira de ONG’s recebe R$ 500 mil de MV – julho de 2005;
097) Caso envolvendo Henrique Pizzolato – julho de 2005;
098) Professor Luizinho e o Cohiba nas festas do Gran Bittar – julho 2005;
099) Superfaturamento GDK – Petrobrás – a propina do Land Rover de Silvio – julho 2005;
100) Segundo capítulo das denúncias contra Antônio Palocci II – agosto de 2005;
101) Caso PORTUGAL TELECOM – agosto de 2005;
102) Caso Toninho da Barcelona – agosto de 2005;
103) O envolvimento dos fundos de pensão no financiamento de campanha e no mensalão – agosto de 2005;
104) O escândalo Burati – agosto de 2005;
105) O caso ministro Gilberto Carvalho – agosto de 2005;
106) O escândalo Daniel Dantas – agosto de 2005;
107) O caso Osasco – agosto de 2005;
108) O caso Marcus Flora – agosto de 2005;
109) Paulo Okamoto, o homem bonzinho que pagava as contas do presidente Lula, e o Sebrae – agosto de 2005;
110) Foro de São Paulo – agosto de 2005;
111) O caso Jeany Mary Córner – agosto de 2005;
112) O caso Trevisan – agosto de 2005;
113) Duda Mendonça II – contas, mensalão – agosto de 2005;
114) O mensalão chega a Ciro Gomes e seu secretário Marcio Lacerda – R$ 100 mil – agosto de 2005;
115) Fabiana de Castro e fundos exclusivos – agosto de 2005;
116) Casa da Moeda e seu presidente – agosto de 2005;
117) Glenio Guedes, procurador da Fazenda Nacional – agosto de 2005;
118) Caso Adhemar Palocci – agosto de 2005;
119) Compra do apê da ex-esposa do Dirceu – agosto de 2005;
120) Luís Favre, aliás Felipe Belisario, contas no Caribe, esquema da Martaxa, emprego do Duda – agosto de 2005;
121) Paulo Pimenta e o seu dossiê fajuto – agosto de 2005;
122) Grana ilegal para o MST, UNE, UBES – agosto de 2005;
123) Itelvino Pisoni, presidente do PDT/TO – setembro de 2005;
124) O caso Interbrazil – setembro de 2005;
125) Farra com o fundo partidário - setembro de 2005;
126) O caso Juscelino Dourado – setembro de 2005;
127) O Caso Severino e as propinas dos restaurantes do Congresso – setembro de 2005;
128) O caso Roberto Marques, amigo do eclético Zé Dirceu – setembro de 2005;
129) Duda Mendonça III – lança perfumes – setembro de 2005;
130) Medalha Rio Branco para o Severino da propina – setembro de 2005;
131) O caso Najun Turner – setembro de 2005;
132) Perdão da multa da Coca Cola pelo PT/SP – setembro de 2005;
133) Dinheiro para a transoceânica no Peru e corte de verbas do Rodoanel de SP – setembro de 2005;
134) Superfaturamento de contratos de patrocínio do esporte pelo Banco do Brasil – setembro de 2005;
135) Nanomensalinho compra de votos no 1.º turno da eleição para presidente do PT – setembro de 2005;
136) Corretora Bônus-Banval, Naji Nahas, Portugal Telecom, caixa 2 do PT – setembro de 2005;
137) Os R$ 300 mil dos advogados do Delúbio e os honorários do Aristides Junqueira – setembro de 2005;
138) o caso Mauro Dutra – setembro de 2005;
139) Reforma do apê do cantor Gilberto Gil – setembro de 2005;
140) O escândalo das plataformas, gás natural da Petrobrás – setembro de 2005;
141) Aloisio Mercadante e o caixa 2 de sua campanha – setembro de 2005;
142) Festa com dinheiro público para comemorar a expulsão da Heloisa Helena do PT – setembro de 2005;
143) Curral eleitoral e uso da máquina partidária em favor da candidatura do Campo Majoritário – setembro de 2005;
144) Governo Lula cria 34 estatais em 33 meses – setembro de 2005;
145) Orla do Rio Vermelho foi cercada com grades, na festa de Iemanjá, porque o Lula estava lá – setembro de 2005;
146) Alexandre Cesar, derrotado à Prefeitura de Cuiabá em 2004, operou com caixa 2 – setembro de 2005;
147) Nelma Cunha e os dólares do PT em Santo André – setembro de 2005;
148) Diebold Procomp, Rui Barquette dos Santos e o contrato com a CEF – setembro de 2005;
149) Intervenção anti-constitucional do Lula na Câmara de Deputados para conseguir votos para seu candidato à presidência da casa – setembro 2005;
150) Darci Rocha, conselheiro da Refer (fundo de pensão dos ferroviários), denunciou uma tentativa de desvio de R$ 19 milhões da entidade para financiar campanhas petistas – setembro de 2005;
151) Caixa 2 do PT do Paraná, deputado Paulo Bernardo e a denúncia de Soraya Garcia – setembro de 2005;
152) Rogério Tolentino, José Mentor e o Valerioduto – setembro de 2005;
153) Donizete Rosa, o ex-gerente-financeiro da gráfica Villimpress, Luciano Maglia, máfia do lixo de Ribeirão – Setembro de 2005;
154) Ideli Salvatti traz o caso da corrupção do futebol para a CPI dos Bingos para blindar o Ademar Palocci – setembro de 2005;
155) José Eduardo Dutra - violação do painel eletrônico do Senado
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
O Brasil Sangra
A absolvição do senador alagoano Renan Calheiros eleva ao ápice a trajetória de uma República representativa frágil e marcada pela mistificação. Mas será que o episódio não se pode tirar lições importantes e um saldo positivo para o futuro da nossa democracia tropeçante? Claro que sim. Vamos raciocinar juntos, há quase seis anos vivemos sob o domínio político de um homem (maior que o seu duvidoso partido) que faz a apologia do analfabetismo e da corrupção. Todos sabemos que um forma de se começar algo novo é o fundo poço. Chegamos lá, em que pese o STF em seu estertor de moralidade e ética tenha dado um exemplo aceitando o processo contra os 40 (número que se tornou cabalístico desde Ali Babá). Se não se tem mais como afundar, a hora de subir à tona e acertar o caminho para a construção de uma democracia real, com partidos fortes e uma representação (e não delegação) que respeite os caminhos do seu contrato (aqui a gente lembra de Hobbes) social. Claro que o caminho da retomada não é facil, mas, contrariando a poetisa Cora Coralina, neste caso o ponto de partida será tão importante quanto a caminhada.
O caso Renan serviu para desmascarar muita gente. Não falo do presidente brasileiro, pois há muito tempo ele já mostra a cara, mas agora posam ao seu lado com a cara lustrada pelo óleo de peroba (lembram dele?) os ditos esquerdistas (que sequer entendem a díade direita-esquerda) Aloísio Mercadante, José Sarney, a filha dele Roseana, Ideli Salvatti, Francisco Dornelles e, quem diria, Inácio Arruda, outrora o paladinho dos fracos e oprimidos. E não é que Inácio aprendeu a mentir. a mistificar tão rápido com o seu mestre Lula que dá declaração na imprensa que não revela o seu voto, porque foi uma votação secreta, e acrescenta descaradamente que quem diz que votou contra Renan pode ter votado a fovor, referindo-se a Tasso Jereissati e Patrícia Sabóia (outrora Gomes), que declararam ter votado a favor da cassação de Renan. Inácio, o que você vai dizer na sua próxima campanha? E você, no palanque da Luizianne na eleição municipal do próximo ano, vai dizer como votou pró-Renan? É melhor começar a limpar o caminho, embora no haja problema ético no palanque da Prefeito, pois o caso Reveillon também está impune.
E por último, Inácio você considera que pagou a dívida com Renan, que foi seu principal financiador de campanha, através do irmão dele, que também é do mascarado PC do B?
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