domingo, 19 de setembro de 2010

LULA, O REI-SOL

Embriagado pelos altos índices de aprovação no Bolsa Família, digo, na pesquisa, o presidente Lula, financiado pelo dinheiro do governo, mas a serviço do PT no palanque de Dilma, ataca, siderado, a imprensa e o PSDB. Mostrando sua real personalidade tirânica, Lula da Silva afirmou, referindo-se à imprensa, que “nós não precisamos de formadores de opinião. Nós somos a opinião pública". Colocou-se no patamar de divindade, que tudo pode e tudo faz, lembrando Luís XIV de Bourbon, conhecido como "Rei-Sol", o maior monarca absolutista da França, que reinou de 1643 a 1715. A Luís XIV -construiu o Palácio dos Inválidos e o luxuoso Palácio de Versalhes, perto de Paris, onde faleceu em 1715. Lula só reformou o Palácio do Planalto-, é atribuída a famosa frase: "L'État c'est moi" (O Estado sou eu). Lula, se conhecesse a história, certamente, morreria de inveja do tamanho do período de governo de Luís XIV e do despotismo do rei francês.

Veja a seguir a matéria sobre o assunto, por Rodrigo Alves, publicada no site do Estadão (estadão.com.br/):


'NÓS SOMOS A OPINIÃO PÚBLICA', AFIRMA LULA

Presidente critica imprensa e diz que não precisa de formadores de opinião
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer críticas contundentes à imprensa e à oposição durante comício realizado na tarde deste sábado, em Campinas (SP).
"Tem dias em que alguns setores da imprensa são uma vergonha. Os donos de jornais deviam ter vergonha. Nós vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos. Nós não precisamos de formadores de opinião. Nós somos a opinião pública", afirmou.
Também falou que os jornalistas precisam ter um "lado" porque também votam. Lula também atacou abertamente o PSDB: "Não tem nada que faça um tucano sofrer mais que ter um bico tão grande para falar e tão pequeno para fazer".

Caminhando de um lado para o outro no palco, o presidente chegou a ironizar que Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e José Eduardo Dutra haviam pedido para ele "se conter". "Tem algumas coisas que precisam ser ditas. Vocês sabem que tucano come até filhote no ninho. Quando o Mercadante se eleger governador, vou criar um Bolsa Família para os tucanos não passarem fome.

Pouco antes, Dilma falou que "em 2002, eles diziam que não tínhamos competência para governar. Hoje, podemos falar que um metalúrgico foi capaz de fazer mais escola técnica do que os doutores que vieram antes".

A petista não comentou a saída de sua sucessora na Casa Civil, Erenice Guerra, ou as asdenúncias puclicadas nos últimos dias. Preferiu mobilizar a plateia até o dia 3 de outubro e se ateve às conquistas do governo Lula: "Daqui a 15 dias, vamos estar decidindo qual é o rumo deste País. Se queremos aquele País das desigualdades ou se queremos um País construído pelo presidente Lula.

A ex-ministra da Casa Civil disse que vai "honrar o legado desse governo sem miséria, onde podemos viver em paz". "Mais que honrar, vou seguir um conselho do Lula: 'O difícil não é governar, é governar com o coração. Você tem de saber de que lado está. Nós estamos do lado de 190 milhões de brasileiros".

'Não adianta produzir manchetes contra nós'

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, também atacou a oposição. Dirigindo-se a Lula, afirmou que "eles são falsos defensores da liberdade que acusam o senhor de governar em cima de palanques, mas eles sentem falta dos que governavam em cima de tanques".

Para Dutra, estão criando "uma farsa" contra o partido e a campanha da ex-ministra Dilma Rousseff. "Estão tentando construir uma farsa para impedir o que o povo brasileiro já decidiu. Não adianta farsa, nem armação. Não adianta produzir manchetes contra nós", disse Dutra. Nesses últimos dias de campanha, nós vamos avermelhar Campinas, São Paulo e todo o Brasil", finalizou.

Candidato ao Senado pelo PC do B, Netinho de Paula dissse que ainda não viu na "TV da turma do contra um comício como esse". "Cada vez que sai matéria descabida, é mais que vou pro gueto, que lá eles entendem a gente". Na sua vez, Marta Suplicy declarou que "vem bordoada de todo lado, mas nós temos um partido unido".

Mercadante preferiu falar de suas propostas para o governo de São Paulo e da falta de investimentos na região durante a gestão do PSDB: "Durante muito tempo essa cidade ficou abandonada. Para nós, o PAC significa "Presidente Amigo de Campinas". Voltou a defender o trem-bala que ligaria Campinas a São Paulo e criticou a educação no período tucano: Como é que um aluno na 5ª série não sabe ler? Eles fazem de conta que não veem o que tá acontecendo".
Candidato a vice-presidente, Michel Temer (PMDB) foi procurado no palco duas vezes. A primeira, por Netinho: "Cadê meu mano Michel?". Depois, por Lula: "Onde tá o Temer?". Ao discursar, o deputado garantiu que "quando eliminamos o showmício, reclamaram que não haveria mais comício no Brasil. Mas hoje os comícios se repetem porque o governo Lula é um show".

Comício

O Largo do Rosário, na região central de Campinas foi tomado por cerca de 30 mil pessoas, segundo a organização do evento - que começou às 13h, com duas horas de atraso. Assim como aconteceu em Recife, há duas semanas, houve muita confusão para os militantes entrarem no cercado estabelecido pela segurança presidencial. Apesar do esquema para proteger Lula, muitos prédios comerciais no entorno estavam abarrotados de curiosos nas janelas. Um limpador de janelas parou o que estava fazendo na marquise de um prédio ao lado do palco quando Lula começou a discursar.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

GOLPE PELO TELEFONE












Tenho recebido mensagens/telefonemas do "TELESPECTADOR PREMIADO Cidade 190". A mensagem diz que meu telefone foi o 5 GANHADOR DE UMA MOTO 0km + R$ 2.000,00. Manda a mensagem que eu ligue para o portal de voz da TV Cidade (085)96913149, senha 149988. Foi no dia 01/09/2010, às 23:53. Eu estava no Rio de Janeiro, mas decidi ligar para referido portal, mesmo sabendo que era uma armadilha.

Depois de dar a senha, uma pessoa (voz de homem) gritou em tom de tremenda alegria que eu tinha ganho uma moto zero e mais R$ 2 mil. Perguntei o que deveria fazer para receber o prêmio. A pessoa me perguntou se eu não trocaria o prêmio por R$ 10 mil reais? Eu disse que topava. A pessoa ao telefone me disse que eu fosse a um caixa eletrônico e digitasse um código, que ela me daria no local por telefone. Claro que não fui e a pessoa voltou a me ligar irritada, dizendo que eu havia perdido o prêmio, o que seria anunciado no programa Cidade 190 no dia seguinte. Eu disse que falaria com Edson Silva (candidato a deputado federal pelo PSB), a quem conhecia, sobre o assunto. A pessoa desligou gritando que eu já perdera.


Tenham cuidado porque o golpe está sendo executado e a TV sequer dá um aviso e continua dando prêmios de R$ 1 mil no ar, o que só fortalece o golpe. Como estava no Rio, não pude procurar a Polícia para fazer a denúncia. Depois que chegei, dia 8 passado, tive que viajar outra vez e só agora retornei. Decidi não procurar a polícia. Agora, com um tempo livre, estou fazendo a denúncia por este blog.

Acha você que adiantaria procurar a polícia? Não quero e nem vou me omitir.

MAIS DENÚNCIAS CONTRA FILHO DE ERENICE "ROUSSEFF"

Veja na matéria a seguir por qual razão o petista José Dirceu disse em palestra para sindicalistas do setor petroleiro da Bahia, que “o problema do Brasil é o monopólio das grandes mídias, o excesso de liberdade e do direito de expressão e da imprensa”, seguindo o exemplo do seu chefe Lula que defendeu, anteriormente, em comício da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em Joinville (SC), que o partido de oposição DEM seja “extirpado” da política brasileira. Claro, extirpando os partidos de oposição, mesmo não tão limpos como DEM, e controlando a liberdade da imprensa e de expressão, a impunidade, já bastante presente, estaria garantida.

Está no blog de Reinaldo Azevedo (Por Rubens Valente, Fernanda Odilla e Andreza Matais, na Folha):

Empresa acusa filho de Erenice de cobrar comissão de R$ 450 milhões para liberar crédito no BNDES — além de R$ 5 milhões para a campanha de Dilma.

Uma empresa de Campinas confirma que um lobby opera dentro da Casa Civil da Presidência da República e acusa filho da ministra Erenice Guerra de cobrar dinheiro para obter liberação de empréstimo no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Interessada em instalar uma central de energia solar no Nordeste, a EDRB do Brasil Ltda. diz que o projeto estava parado desde 2002 na burocracia federal até que, no ano passado, seus donos foram orientados por um servidor da Casa Civil a procurar a Capital Consultoria.

Reunião com Erenice
(…)
Graças à mediação da Capital, representantes da EDRB disseram em entrevistas gravadas à Folha ter sido recebidos em audiência oficial por Erenice na Casa Civil, em novembro, quando ela exercia o cargo de secretária-executiva e a titular do ministério era a hoje candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).

Nos dois meses seguintes, por meio de reuniões em Brasília, com a participação de Israel Guerra, telefonemas e e-mails, a EDRB afirma ter sido informada das condições impostas pela Capital para que um financiamento de R$ 9 bilhões do BNDES, em três parcelas, enfim saísse. Os termos, segundo a empresa de Campinas, incluíam seis pagamentos mensais à Capital de R$ 40 mil e uma comissão de 5% sobre o valor do empréstimo. Segundo o relato, haveria também um repasse de R$ 5milhões para supostamente ajudar a campanha da eleição de Dilma.
(…)
“Não aceitamos pagar nada (…)” ,disse à Folha Rubnei Quícoli, consultor da EDRB que fez os contatos com a Casa Civil e com a Capital. “Nos foi apresentada uma minuta de contrato. A gente contrataria uma empresa para fazer o acompanhamento jurídico do negócio todo. A empresa do filho da dona Erenice. Olhei os valores e disse: ‘Bom, para fazer acompanhamento jurídico desse troço, a gente não concorda pagar isso’. E aí o negócio terminou”, confirmou Aldo Wagner, sócio da EDRB.

Quícoli, 49, encaminhou à Folha documentos e cópias de e-mails que, segundo ele, corroboram as afirmações. Uma das mensagens, de 15 de dezembro e endereçada aos donos da EDRB (Aldo e Marcelo Escarlassara), traz a minuta encaminhada pela Capital, que indica como seu procurador o empresário Adriano da Silva Costa. O contrato pede pagamento de R$ 240mil em seis prestações mensais e uma “comissão de sucesso” de 5% sobre o empréstimo, o equivalente a R$ 450 milhões

(…)
O encontro
A Folha obteve também a troca de e-mails entre a Casa Civil e o consultor da EDRB, com vistas a marcar a audiência oficial com Erenice. O encontro ocorreu às 17h de 10 de novembro no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), em Brasília, que na época era a sede da Presidência. A Casa Civil confirmou a reunião ontem, mas informou que Erenice não participou. Quícoli e Aldo Wagner sustentam, no entanto, que ela participou.

(…)
Em fevereiro, a Capital ajudou a EDRB a formatar consulta ao BNDES. A EDRB diz que se sentiu “chantageada” e, em março, cortou negociações com os lobistas.

Em 29 de março, o BNDES rejeitou o pedido de empréstimo. Quícoli diz que logo depois foi procurado por Marco Antônio Oliveira [ex-diretor de Operações dos Correios], que teria dito que a questão no BNDES podia ser resolvida desde que a EDRB desembolsasse R$ 5 milhões para saldar supostas despesas de campanha de Dilma. Oliveira nega.

No dia 6 de maio, um email foi enviado a Quícoli, segundo ele, por Vinícius, sobre esse contrato extra. A mensagem trazia orientação para que fossem emitidas notas fiscais em nome da Synergy, outra consultoria de Brasília, cujo dono é Adriano da Silva Costa - o mesmo que consta da minuta de contrato como procurador da Capital. A EDRB diz que, de novo, se negou a fazer o pagamento.

ESCÂNDALO NA CASA CIVIL









Está no site da Veja.

Para não prejudicar Dilma, Planalto estuda afastar Erenice do cargo. A ofensiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar que o escândalo envolvendo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, prejudique sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff, pode colocar em risco até mesmo a manutenção de Erenice no cargo.

De acordo com reportagem publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S. Paulo, o Planalto irritou-se com o tom adotado pela ministra em nota publicada no site da Presidência sobre o escândalo. O teor do documento foi considerado muito agressivo ao candidato tucano à Presidência, José Serra.

O Planalto já espera um acirramento das denúncias contra a ministra e, dependendo da gravidade dos fatos revelados, planeja afastá-la do cargo para não prejudicar a imagem de Dilma. Alguns membros do governo esperam que a própria Erenice entregue o cargo para evitar mais constrangimentos.

O governo acredita que nota de Erenice pode deixar a oposição ainda mais irritada. Um ministro disse ao jornal que o texto está "acima do tom". Na nota, a ministra classifica a repercussão do escândalo como uma campanha a favor "de um candidato aético e já derrotado, em tentativa desesperada da criação de um 'fato novo' que anime aqueles a quem o povo brasileiro tem rejeitado".

O mal-estar foi causado, sobretudo, porque o documento foi divulgado com o timbre da Presidência, mas não passou pelo crivo da Secretaria de Comunicação do governo. O documento foi divulgado após uma reunião entre Lula e seus ministros. No encontro, o presidente ordenou à Esplanada que providenciasse respostas sobre as irregularidades na Receita e na Casa Civil o mais rápido possível.

Entenda o caso - Em sua edição desta semana, VEJA traz à tona o esquema de aparelhamento do estado montado sob a supervisão de Erenice. Com a anuência da mãe, o filho da ministra, Israel Guerra, transformou-se em lobista em Brasília, intermediando contratos milionários entre empresários e órgãos do governo, mediante o pagamento de uma "taxa de sucesso".